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The Week

Miguel Portas

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The Guardian, 14/05/2012

Os gregos são alérgicos à austeridade

Marisa Matias

E a Grécia aqui tão perto

Há alguns meses escrevi sobre a torrente que é o texto "A mais estranha das criaturas", do poeta Nazim Hikmet. Diz-nos ele: "tu não és um, tu não és cinco, tu és milhões". A mais estranha das criaturas é "mais estranha do que o peixe, que vive no mar sem saber o mar".


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O "inferno social" na Grécia

A Coligação de Esquerda Syriza adquiriu em 6 de Maio, nas eleições gregas, um protagonismo europeu à medida da intensa actividade de luta e mobilização contra a austeridade que há anos desenvolve na Grécia. Atingida por uma campanha de desinformação e manipulação devido à expressão política que conseguiu dar à revolta dos gregos contra a autocracia fundamentalista neoliberal europeia, Syriza tem um programa, um projecto, representa uma alternativa ao "inferno social". Alexis Tsipras, presidente do grupo parlamentar da Syriza expõe essa realidade numa entrevista ao Guardian com versão em português em www.esquerda.net

Abbas aposta nos EUA PDF Versão para impressão
Terça, 31 Agosto 2010 17:09
O presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmmud Abbas, afirma que acredita no papel de mediador dos Estados Unidos como forma de ultrapassar as situações em que se verifiquem impasses durante as negociações directas israelo-palestinianas. Abbas fez a declaração em viagem para Washington depois de ter aceitado as negociações directas na modalidade apresentada por Barack Obama e apoiada pelo primeiro ministro israelita, Benjamin Netanyahu. O dirigente palestiniano considera realista o prazo de um ano para estabelecimento do acordo final sugerido pela Administração Obama apesar de o chefe do governo israelita se ter recusado, desde já e apesar de as negociações se iniciarem "sem condições", a retomar o diálogo no ponto em que foram suspensas em 2008, quando Ehud Olmert era o primeiro ministro israelita. Mahmmud Abbas declarou que abandonará as negociações se Israel se recusar a estender a moratória de colonização que termina a 26 de Setembro e Netanyahu rejeita desde já qualquer negociação sobre o território ocupado de Jerusalém Leste.