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Documento do regime Merkel, Janeiro de 2012

Dado o cumprimento decepcionante até agora, a Grécia tem de aceitar deslocar a soberania orçamental para o nível europeu durante algum tempo

Miguel Portas

O power point

O Conselho Europeu de fim de Janeiro incluiu na sua agenda a palavra maldita dos últimos dois anos: “crescimento”. Terão os 27 chefes de Estado e de governo da União mudado de ideias? Convenceram-se que, afinal, temos um problema de crescimento? Entraram no campeonato do relançamento económico? Sabem, ao menos, se ele é compaginável com a austeridade?


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Parlamento da Polónia, Janeiro de 2012

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Protesto de deputados contra o tratado ACTA e a censura na internet

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Um olhar lúcido sobre a Síria

Bashar Assad, presidente sírio, proferiu o seu primeiro discurso em seis meses, prometeu um referendo constitucional em Março e eleições em seis meses. O que mudou? Para já nada. A ditadura está sem saída e as oposições giram na vertigem das conspirações externas e manipulações religiosas. Robert Fisk, jornalista que conhece e observa o Médio Oriente sem preconceitos, deixa-nos neste artigo publicado no Guardian o resultado de um olhar lúcido sobre a Síria.

UE perde 4 milhões de empregos em 2009 PDF Versão para impressão
Terça, 16 Março 2010 17:58

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A economia dos 27 países da União Europeia perdeu mais de quatro milhões de postos de trabalho (4,021 milhões) em 2009, o maior descalabro anual registado pelas estatísticas oficiais.

Estes dados que traduzem um agravamento de 1,8 por cento da situação em relação a 2008, de acordo com resultados ainda provisórios divulgados pelo Eurostat. Na Zona Euro foram liquidados 2,721 milhões de empregos no mesmo período.

Os números anuais do emprego foram divulgados pelo departamento de estatísticas da União Europeia em simultâneo com os resultados do último trimestre de 2009. De acordo com a mesma fonte, nos 16 países da Zona Euro o desemprego continua a aumentar e registou mais 0,2 por cento no último trimestre do ano passado em comparação com o trimestre anterior, isto é, mais 347 mil pessoas desempregadas. Em toda a União Europeia a quebra do último trimestre de 2009 foi de 0,3 por cento em comparação com os três meses anteriores, o que significa que mais de meio milhão de pessoas (583 mil) perderam o emprego nos passados meses de Outubro, Novembro e Dezembro.

O ritmo de crescimento do desemprego foi mais intenso em 2009 do que em 2008, em pleno auge da crise financeira internacional. A quebra de 1,8 por cento em 2009 tanto na Zona Euro como nos 27 compara, respectivamente, com 0,9% e 0,7% em 2008.

Os sectores mais atingidos pela quebra de empregos, segundo o Eurostat, foram os de produtos manufacturados (1,1 por cento na Zona Euro e 1 por cento nos 27), construção (0,4 por cento e 0,7 por cento) e comércio, transportes e comunicações (0,5 por cento em ambas as zonas). Agricultura e outros serviços cresceram muito ligeiramente. Nos serviços financeiros a quebra foi de 0,1 por cento na Zona Euro, registando-se uma subida de 0,1 por cento em toda a União.

A comparação em termos de trimestres equivalentes revela igualmente os maus resultados de 2009. As descidas foram de 2,0 por cento (Zona Euro) e 2,1 por cento (nos 27) em relação ao último trimestre de 2008.