Agenda

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Segunda-feira

15:00 – 18:30 - Comissão do Desenvolvimento – PE, Bruxelas – 4Q2 – Sistemas de saúde na África Subsariana

 

Terca-feira

10:00 – Reunião do Grupo da Esquerda Unitária GUE/NGL sobre os servicos postais – PE, Bruxelas - P1C051

14:00 - 15:30 - Comissão do Desenvolvimento – PE, Bruxelas - A5G-2 – A situacão humanitária no Paquistão – Discussão com a Commissária GEORGIEVA

 

Quinta-feira

 09:00 - 12:30 - Comissão de Indústria – PE, Bruxelas - PHS 01A002 - Alteracão da Regulacão N. 663/2009 que estabelece um programa de recuperacão económica através de fundos para assistir projectos no campo energético

10:00 – 12:30 - Comissão das Liberdadades Cívicas (reunião conjunta com Comissão dos direitos das Mulheres)– PE, Bruxelas 2Q2 -  – Tráfico de Seres Humanos

15:00 – 18:30 – Comissão de Assuntos jurídicos – PE, Bruxelas A5G3 - discussão sobre o novo servico de accão externa europeu

Conferência sobre pobreza infantil no âmbito do Ano europeu contra a pobreza - Marche-en-Famenne, Bélgica http://europa.eu/eucalendar/eventpopup.shtml?eventId=1284130

 

sexta-feira

Conferência sobre pobreza infantil no âmbito do Ano europeu contra a pobreza - Marche-en-Famenne, Bélgica http://europa.eu/eucalendar/eventpopup.shtml?eventId=1284130

 

 

 

 

 

 

 

 

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Biden e a retirada do Iraque

As coisas estão muito diferentes, as coisas estão muito mais seguras
Miguel Portas

Ciganos e canalhas

Se tivesse que seleccionar o acontecimento político deste verão, seria certamente o da deportação de ciganos para o Kosovo, a Roménia e a Bulgária. Tudo começou pianinho, em Abril, quando o governo alemão impôs ao seu protectorado kosovar um acordo para o acolhimento de 14 mil ciganos.


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Nova etapa na Irlanda do Norte PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Sexta, 05 Fevereiro 2010 17:58
Parlamento_de_Belfast Os principais partidos protestante e católico da Irlanda do Norte chegaram a um acordo que permite ao governo do território assumir o controlo da justiça e da administração interna.

O entendimento estabelecido após dez dias de intensas negociações teve como principais protagonistas o primeiro ministro e principal dirigente unionista, Peter Robinson, e o vice-primeiro ministro e principal dirigente do Sinn Fein no governo, Martin McGuiness. Os primeiros ministros britânico e da República da Irlanda, Gordon Brown e Brian Cowen, testemunharam o acordo e consideraram-no em condições de permitir um futuro mais tranquilo à Irlanda do Norte.

A transferência de Londres para Belfast dos sensíveis poderes judiciário e policial era o principal passo que faltava para concretizar o chamado acordo de sexta-feira santa de 1999. A transição está marcada para 12 de Abril, devendo o Parlamento da Irlanda do Norte pronunciar-se sobre o assunto já a 9 de Março.

Peter Robinson e Martin McGuiness manifestaram-se convictos de que o acordo tem condições para funcionar plenamente, salientando a sua importância por assentar em centenas de anos de conflito, violência, desconfiança e intolerância. Gerry Adams, principal dirigente do Sinn Fein, qualificou-o como "uma maravilhosa oportunidade e a base de um novo espírito para que todos possamos seguir em frente". As principais vozes contrárias ao acordo são ouvidas nos sectores unionistas mais conservadores, onde Peter Robinson é considerado "um boneco de neve". As facções mais extremistas contestam o facto de não terem tido conhecimento do andamento das negociações. A discussão parlamentar poderá fazer eco destas posições, tanto mais que alguns dirigentes do partido de Robinson, o Democrático Unionista, também manifestaram reservas.

Além de proporcionar a transferência dos poderes judiciário e policial, o acordo estabelece os mecanismos de relacionamento entre o ministro a designar e o resto do executivo, tendo em conta a sensibilidade das suas tarefas numa sociedade traumatizada pelo conflito. O provável titular do cargo será David Ford, figura prestigiada do Partido da Aliança, a mais importante organização transversal à sociedade da Irlanda do Norte, sem distinção de crenças.

O acordo cria ainda um grupo de trabalho para enquadrar o processo de definição dos trajectos das tradicionais marchas orangistas, que costumam ser problemáticos momentos de provocação entre a comunidade protestante e a minoria católica. Prevê ainda mecanismos para ultrapassar a "disfuncionalidade" do governo e dar andamento a leis que têm sido entravadas por este problema.