Agenda

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Semana de Sessão Plenária em Estrasburgo

 

Segunda-feira

17:00 às 23:00 – Sessão Plenária – Inclui apresentação do relatório sobre o Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização (de Miguel Portas – voto terça-feira)

 

Terça-feira

09:00 - Debate sobre o "estado da União" com José Manuel Barroso

12:00 – Sessão Formal com o Presidente do Mali

12:30 – Voto do relatório sobre rendimentos mais justos para os agricultores, preços mais transparentes para os consumidores e um melhor funcionamento da cadeia de abastecimento alimentar na Europa (J. Bové)

15:00 – Debate sobre a Situação dos Roma na Europa (voto de uma resolução na quarta-feira) e sobre a crise humanitária no Paquistão

Pergunta dos eurodeputados dos grupos GUE/NGL e Verdes/ALE à Comissão sobre a alteraração da legislação europeia de modo a que esta conceda os mesmos direitos aos casais do mesmo sexo que aos casais heterossexuais quando estes se mudem para outro Estado-Membro da UE.

Quarta-feira

09:00 - Debate sobre as conclusões do ECOFIN de 7 de Setembro

Conferência de Imprensa sobre a Situação dos Roma na Europa (Rui Tavares)

Quinta-feira

Debate e voto de uma resolução sobre a situação dos direitos humanos no Irão, em especial os casos de Sakineh Mohammadi-Ashtiani e de Zahra Bahrami

 

Sexta-feira

Conferência: Biodiversidade depois de 2010 - http://europa.eu/eucalendar/eventpopup.shtml?eventId=1285123 

 

 

 

 

 

The Week
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Biden e a retirada do Iraque

As coisas estão muito diferentes, as coisas estão muito mais seguras
Miguel Portas

Ciganos e canalhas

Se tivesse que seleccionar o acontecimento político deste verão, seria certamente o da deportação de ciganos para o Kosovo, a Roménia e a Bulgária. Tudo começou pianinho, em Abril, quando o governo alemão impôs ao seu protectorado kosovar um acordo para o acolhimento de 14 mil ciganos.


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Petróleo reacende Malvinas PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Sexta, 05 Fevereiro 2010 15:09
Malvinas
A exploração de petróleo pelo Reino Unido nas Malvinas, considerada "ilegal" pela Argentina, reactivou o problema da soberania sobre o arquipélago.

A tensão reacendeu-se depois da divulgação de notícias segundo as quais a empresa britânica "Desire Petroleum" começa ainda em Fevereiro a fazer perfurações para pesquisa de petróleo numa região a Norte do arquipélago, um território cuja soberania continua a ser disputada entre Londres e Buenos Aires. Uma fonte do Ministério Argentino dos Negócios Estrangeiros citada por agências internacionais reagiu à notícia declarando que "a Argentina adverte novamente o Reino Unido sobre a ilegalidade e consequências desse novo acto unilateral, assim como todos os agentes privados envolvidos, que serão passíveis de futuras acções judiciais".

Ao mesmo tempo, a Argentina recusa a possibilidade de este processo poder vir a desencadear um confronto militar como a guerra de 1982, que reforçou muito o poder da então primeira ministra Margaret Thatcher. A questão bélica foi focada agora pela primeira vez por um diplomata britânico citado pelo "Financial Times", segundo o qual o primeiro ministro Gordon Brown está empenhado em assegurar que o contencioso existente não se desenvolva até um confronto militar. O diplomata acrescentou que "este é um negócio legítimo nas águas das ilhas Falkland" (designação inglesa do arquipélago), pelo que deve "ser permitido que continue e vai continuar".

A resposta oficiosa argentina a esta posição é a de que "apelando ao fantasma militar o que o Reino Unido faz é deixar mais em evidência a verdadeira realidade: a disputa pela soberania existe". Agitar o "fantasma militar", acrescentou a fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Argentina, é um recurso para "encobrir a ilegalidade" da exploração petrolífera que o Reino Unido está a desenvolver.

O arquipélago das Malvinas é um território antártico administrado pela Reino Unido desde 1833 e cuja soberania a Argentina reclama desde então. A disputa conduziu a uma guerra em 1982, no tempo da ditadura militar na Argentina, da qual resultaram cerca de 900 mortos dos dois lados.

A pesquisa de petróleo na região é consequência de estudos que têm vindo a ser efectuados e segundo os quais a zona pode ser rica em hidrocarbonetos. A Argentina e o Reino Unido também nunca se entenderam sobre a exploração dos recursos naturais do arquipélago.