Agenda

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Segunda-feira

15:00 – 18:30 - Comissão do Desenvolvimento – PE, Bruxelas – 4Q2 – Sistemas de saúde na África Subsariana

 

Terca-feira

10:00 – Reunião do Grupo da Esquerda Unitária GUE/NGL sobre os servicos postais – PE, Bruxelas - P1C051

14:00 - 15:30 - Comissão do Desenvolvimento – PE, Bruxelas - A5G-2 – A situacão humanitária no Paquistão – Discussão com a Commissária GEORGIEVA

 

Quinta-feira

 09:00 - 12:30 - Comissão de Indústria – PE, Bruxelas - PHS 01A002 - Alteracão da Regulacão N. 663/2009 que estabelece um programa de recuperacão económica através de fundos para assistir projectos no campo energético

10:00 – 12:30 - Comissão das Liberdadades Cívicas (reunião conjunta com Comissão dos direitos das Mulheres)– PE, Bruxelas 2Q2 -  – Tráfico de Seres Humanos

15:00 – 18:30 – Comissão de Assuntos jurídicos – PE, Bruxelas A5G3 - discussão sobre o novo servico de accão externa europeu

Conferência sobre pobreza infantil no âmbito do Ano europeu contra a pobreza - Marche-en-Famenne, Bélgica http://europa.eu/eucalendar/eventpopup.shtml?eventId=1284130

 

sexta-feira

Conferência sobre pobreza infantil no âmbito do Ano europeu contra a pobreza - Marche-en-Famenne, Bélgica http://europa.eu/eucalendar/eventpopup.shtml?eventId=1284130

 

 

 

 

 

 

 

 

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Biden e a retirada do Iraque

As coisas estão muito diferentes, as coisas estão muito mais seguras
Miguel Portas

Ciganos e canalhas

Se tivesse que seleccionar o acontecimento político deste verão, seria certamente o da deportação de ciganos para o Kosovo, a Roménia e a Bulgária. Tudo começou pianinho, em Abril, quando o governo alemão impôs ao seu protectorado kosovar um acordo para o acolhimento de 14 mil ciganos.


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Esquerda francesa lança-se para 2012 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Segunda, 22 Março 2010 12:52

Cumpriu-se o pior pesadelo de Sarkozy

 

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A União de Esquerda bateu a direita de Sarkozy por mais de 18 pontos percentuais e assegurou 21 das 22 regiões metropolitanas de França na segunda volta das eleições regionais. Na hora da vitória, todas as forças da aliança vencedora - socialistas, ecologistas e a Frente de Esquerda - apostaram no lançamento de uma estratégia vencedora das eleições presidenciais de 2012 para que não se repita o cenário de 2004-2007: vitória nas regionais e derrota na corrida presidencial.

A vantagem não deixou qualquer margem para dúvidas: cerca de 54 por cento para a União de Esquerda e 36 por cento para o Movimento para a União Popular (UMP) de Nicolas Sarkozy, o grande derrotado da noite. A esquerda conquistou 21 das 22 regiões continentais, a direita apenas manteve a Alsácia e ganhou a Guiana e a Reunião, neste caso em detrimento do veterano comunista Paul Vergès, que com 85 anos é uma referência histórica da ilha. A Frente Nacional, que fez campanha desafiando Sarkozy acusando-o de se unir aos socialistas, ultrapassou os oito por cento e encontrou uma sucessora de Le Pen. A filha, Marine Le Pen, é a herdeira legítima com os seus 22 por cento na região de Nord-Pas de Calais.

A noite foi de euforia nos bastiões da esquerda. As palavras "união" e "unidade" foram repetidas por dirigentes e militantes de todas as forças, que salientaram "a clareza e a transparência" dos processos de apresentação nas duas voltas e também o funcionamento pleno da "disciplina republicana", a votação do candidato melhor colocado na primeira volta.

"Os franceses querem-nos unidos; estas eleições colocaram a bela palavra união no coração da esquerda", declarou a presidente socialista, Martine Aubry, na hora da vitória. Para Cécile Duflot, secretária nacional dos Verdes salientou a forma como funcionou a União de Esquerda desde a "dispersão unida" na primeira volta à unidade na segunda "sem negar diversidade". "É uma página nova para a esquerda", comentou a deputada verde Noel Manère. "Falta que a partir de agora a aliança se transforme numa verdadeira coligação sob o signo do respeito". Marie-George Buffet, presidente do PCF, sublinhou que este momento é propício para "construir a alternativa para 2012 nas lutas e em torno de um projecto". Jean-Luc Melenchon, presidente do Partido de Esquerda, sublinhou que "nem tudo se resolveu porque a direita foi derrotada; é preciso ter uma ambição que não se resume a três convenções socialistas e às primárias".

No interior do PS,. segundo a imprensa francesa, têm sido debatidas bases de uma estratégia comum a nível da esquerda e que poderia passar pela proposta de uma candidatura única, repartição de circunscrições eleitorais nas legislalativas e estabelecimento de um contrato de governo.