Facebook
The Week
Copy/Paste

Documento do regime Merkel, Janeiro de 2012

Dado o cumprimento decepcionante até agora, a Grécia tem de aceitar deslocar a soberania orçamental para o nível europeu durante algum tempo

Miguel Portas

O power point

O Conselho Europeu de fim de Janeiro incluiu na sua agenda a palavra maldita dos últimos dois anos: “crescimento”. Terão os 27 chefes de Estado e de governo da União mudado de ideias? Convenceram-se que, afinal, temos um problema de crescimento? Entraram no campeonato do relançamento económico? Sabem, ao menos, se ele é compaginável com a austeridade?


Ler Mais...
Mil Palavras

Parlamento da Polónia, Janeiro de 2012

piratasinformaticos01

Protesto de deputados contra o tratado ACTA e a censura na internet

Instantâneos
Reflexões

Relatório da Liga Árabe sobre a Síria

O chefe da delegação da Liga Árabe que se deslocou aos principais focos da guerra civil na Síria elaborou um relatório que está a ser silenciado pela presidência da organização, assumida pelo Qatar. A delegação foi constituída por representantes de todos os países membros e do relatório apenas se dissociaram os enviados da Arábia Saudita, um dos países com menos legitimidade para se pronunciar sobre comportamentos ditatoriais. Versão inglesa; versão francesa.

UE perde 4 milhões de empregos em 2009 PDF Versão para impressão
Segunda, 15 Março 2010 15:39

desemprego01

A economia dos 27 países da União Europeia perdeu mais de quatro milhões de postos de trabalho (4,021 milhões) durante o ano de 2009, dados que traduzem um agravamento de 1,8 por cento da situação em relação a 2008, de acordo com resultados ainda provisórios divulgados pelo Eurostat. Na Zona Euro foram liquidados 2,721 milhões de empregos no mesmo período.

Os números anuais do emprego foram divulgados pelo departamento de estatísticas da União Europeia em simultâneo com os resultados do último trimestre de 2009. De acordo com a mesma fonte, nos 16 países da Zona Euro o desemprego continua a aumentar e registou mais 0,2 por cento no último trimestre do ano passado em comparação com o trimestre anterior, isto é, mais 347 mil pessoas desempregadas. Em toda a União Europeia a quebra do último trimestre de 2009 foi de 0,3 por cento em comparação com os três meses anteriores, o que significa que mais de meio milhão de pessoas (583 mil) perderam o emprego nos passados meses de Outubro, Novembro e Dezembro.

O ritmo de crescimento do desemprego foi mais intenso em 2009 do que em 2008, em pleno auge da crise financeira internacional. A quebra de 1,8 por cento em 2009 tanto na Zona Euro como nos 27 compara, respectivamente, com 0,9% e 0,7% em 2008.

Os sectores mais atingidos pela quebra de empregos, segundo o Eurostat, foram os de produtos manufacturados (1,1 por cento na Zona Euro e 1 por cento nos 27), construção (0,4 por cento e 0,7 por cento) e comércio, transportes e comunicações (0,5 por cento em ambas as zonas). Agricultura e outros serviços cresceram muito ligeiramente. Nos serviços financeiros a quebra foi de 0,1 por cento na Zona Euro, registando-se uma subida de 0,1 por cento em toda a União.

A comparação em termos de trimestres equivalentes revela igualmente os maus resultados de 2009. As descidas foram de 2,0 por cento (Zona Euro) e 2,1 por cento (nos 27) em relação ao último trimestre de 2008.