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The Week
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Documento do regime Merkel, Janeiro de 2012

Dado o cumprimento decepcionante até agora, a Grécia tem de aceitar deslocar a soberania orçamental para o nível europeu durante algum tempo

Miguel Portas

O power point

O Conselho Europeu de fim de Janeiro incluiu na sua agenda a palavra maldita dos últimos dois anos: “crescimento”. Terão os 27 chefes de Estado e de governo da União mudado de ideias? Convenceram-se que, afinal, temos um problema de crescimento? Entraram no campeonato do relançamento económico? Sabem, ao menos, se ele é compaginável com a austeridade?


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Mil Palavras

Parlamento da Polónia, Janeiro de 2012

piratasinformaticos01

Protesto de deputados contra o tratado ACTA e a censura na internet

Instantâneos
Reflexões

Um olhar lúcido sobre a Síria

Bashar Assad, presidente sírio, proferiu o seu primeiro discurso em seis meses, prometeu um referendo constitucional em Março e eleições em seis meses. O que mudou? Para já nada. A ditadura está sem saída e as oposições giram na vertigem das conspirações externas e manipulações religiosas. Robert Fisk, jornalista que conhece e observa o Médio Oriente sem preconceitos, deixa-nos neste artigo publicado no Guardian o resultado de um olhar lúcido sobre a Síria.

E Tony Blair chorou... PDF Print
Wednesday, 01 September 2010 15:16
Tony Blair, ex-primeiro ministro britânico e, juntamente com George W. Bush, um dos principais responsáveis pelas guerras do Iraque e do Afeganistão, afirma que chorou "muitas lágrimas" pelos seus compatriotas vítimas dos conflitos. "Lamento com cada fibra do meu ser as perdas dos que morreram", escreve Blair no seu livro de memórias, "A Journey", posto à venda simultaneamente com o anúncio do fim das operações de combate norte-americanas em território iraquiano. O ex-primeiro ministro, escolhido depois para encabeçar as fracassadas diligências do chamado "Quarteto" para o Médio Oriente, confessa que "as lágrimas, embora tenham sido muitas", não compensam as perdas. No entanto, acrescenta. não lamenta a invasão do Iraque porque o mundo "ficou melhor" sem Saddam Hussein. O que Blair não esperava, segundo as memórias, era "o pesadelo" que se seguiu ao derrube de Saddam Hussein. Um dos aspectos da sua governação de que Tony Blair está arrependido é o de ter proibido a caça à raposa. O autor recebeu mais de seis milhões de euros adiantados pela publicação do livro.