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The Week
Copy/Paste

Documento do regime Merkel, Janeiro de 2012

Dado o cumprimento decepcionante até agora, a Grécia tem de aceitar deslocar a soberania orçamental para o nível europeu durante algum tempo

Miguel Portas

O power point

O Conselho Europeu de fim de Janeiro incluiu na sua agenda a palavra maldita dos últimos dois anos: “crescimento”. Terão os 27 chefes de Estado e de governo da União mudado de ideias? Convenceram-se que, afinal, temos um problema de crescimento? Entraram no campeonato do relançamento económico? Sabem, ao menos, se ele é compaginável com a austeridade?


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Mil Palavras

Parlamento da Polónia, Janeiro de 2012

piratasinformaticos01

Protesto de deputados contra o tratado ACTA e a censura na internet

Instantâneos
Reflexões

Relatório da Liga Árabe sobre a Síria

O chefe da delegação da Liga Árabe que se deslocou aos principais focos da guerra civil na Síria elaborou um relatório que está a ser silenciado pela presidência da organização, assumida pelo Qatar. A delegação foi constituída por representantes de todos os países membros e do relatório apenas se dissociaram os enviados da Arábia Saudita, um dos países com menos legitimidade para se pronunciar sobre comportamentos ditatoriais. Versão inglesa; versão francesa.

Chefe de espionagem desmonta invasão do Iraque PDF Print
Tuesday, 20 July 2010 18:32
Eliza Manningham-Buller, ex-chefe dos serviços britânicos de espionagem interna, MI5, entre 2002 e 2007, declarou que o Iraque era apenas uma pequena ameaça à data da invasão, em 2003, e que não existe qualquer informação credível ligando Saddam Hussein aos atentados de 11 de Setembro de 2001. Pelo contrário, disse a ex-chefe de espionagem, a acção contra o Iraque deu alentou à Al-Qaida como afastamento de Saddam Hussein, um dos maiores inimigos da organização de Bin Laden; além disso, o governo de Tony Blair minimizou o facto de a invasão do Iraque ir provocar um assinalável desenvolvimento do terrorismo doméstico. Eliza Manningham-Buller explicou que a sua posição quanto à inexistência de ligações entre Saddam Hussein e o 11 de Setembro era a mesma que a da CIA, razão pela qual o secretário de Estado norte-americano, Donald Rumsfeld, criou um serviço de espionagem paralelo no Pentágono para obter os argumentos desejados pelos partidáriios da invasão do Iraque.