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The Week
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PVV, neofascistas holandeses (3º partido)

“Tem problemas com gente da Europa Central ou de Leste? Perdeu o emprego para um polaco, um búlgaro, um romeno ou qualquer outro europeu do Leste? Nós queremos saber..."

Miguel Portas

O power point

O Conselho Europeu de fim de Janeiro incluiu na sua agenda a palavra maldita dos últimos dois anos: “crescimento”. Terão os 27 chefes de Estado e de governo da União mudado de ideias? Convenceram-se que, afinal, temos um problema de crescimento? Entraram no campeonato do relançamento económico? Sabem, ao menos, se ele é compaginável com a austeridade?


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Mil Palavras

Atenas, Domingo Cruel

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Thanassis Stavrakis, 12/02/2012

Instantâneos
Reflexões

Relatório da Liga Árabe sobre a Síria

O chefe da delegação da Liga Árabe que se deslocou aos principais focos da guerra civil na Síria elaborou um relatório que está a ser silenciado pela presidência da organização, assumida pelo Qatar. A delegação foi constituída por representantes de todos os países membros e do relatório apenas se dissociaram os enviados da Arábia Saudita, um dos países com menos legitimidade para se pronunciar sobre comportamentos ditatoriais. Versão inglesa; versão francesa.

Bossi quer formar um novo país na Europa PDF Print
Thursday, 26 January 2012 20:40

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Umberto Bossi, chefe da Liga Norte de Itália, até há pouco membro da coligação governamental, reafirmou a intenção secessionista da região mas também o desejo de formar um novo país juntando territórios vizinhos.

O grupo regionalista e de extrema direita, ex-aliado de Sílvio Berlusconi, desvendou a sua nova estratégia no Congresso realizado em Vicenza, que foi designado como “Parlamento do Norte”. Além da separação das regiões Norte de Itália aglutinadas pela Liga na designação de Padania, o novo país ambicionado por Bossi incluiria a Suíça, a Áustria, a Baviera (Alemanha) e a Sabóia (actualmente partilhada entre França e Itália).

Na mesma ocasião, o dirigente da Liga Roberto Calderoli, ex-ministro de Berlusconi, informou que os novos membros do grupo e os actuais, quando renovarem a sua filiação, terão que prestar juramento solene de que lutarão pela separação da Padania.

A estratégia de Bossi insere-se numa contestação do grupo à União Europeia e em especial ao Euro, que considera responsável pela crise económica em que a Itália está mergulhada. Esse eurocepticismo levou Bossi a desligar-se de Berlusconi quando o Pólo da Liberdade deste decidiu integrar a coligação que sustenta no Parlamento o governo tecnocrata de Mario Monti.

A estratégia da Liga Norte insere-se no esforço para crescer durante a situação actual procurando captar os descontentes, cada vez em maior número, com os sacrifícios e as medidas de austeridade impostas por Mario Monti.

Um dos pontos fortes do discurso actual de Umberto Bossi assenta na constatação de que a Itália se deixou reduzir a um papel de “colónia” à mercê dos interesses que governam a Europa, representados pela política da Alemanha.