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Wednesday, 22 February 2012 19:57 |
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Trabalhadores da Hellenic Steel em greve
Miguel Portas integra a delegação de 10 eurodeputados de seis nacionalidades da Esquerda Unitária (GUE/NGL) que se encontram na Grécia para tomar o pulso à situação no país sobretudo depois de ter sido colocado sob tutela de Bruxelas e Berlim como protectorado dentro da União Europeia. A delegação terá encontros com representantes dos dois partidos da esquerda parlamentar que se opõem à política de austeridade, com organizações sociais e visitará trabalhadores em greve.
A Grécia sob a pata do governo alemão
A Grécia humilhada, hipotecada e ocupada
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Tuesday, 21 February 2012 17:41 |
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O eurodeputado Miguel Portas integra a delegação de nove membros do grupo da Esquerda Unitária (GUE/NGL) que de quarta a sexta-feira visita a Grécia para se inteirar da situação em que o diktat europeu, sob comando alemão, está a deixar aquele país. “O projecto europeu está a ser destruído pelo governo alemão”, declarou Miguel Portas antes da partida, sublinhando não apenas o conteúdo das medidas que estão a ser impostas a Atenas mas também a forma como elas vão ser aplicadas. "O que temos agora é uma situação absolutamente extraordinária, segundo a qual, o ministro das Finanças alemão já está a dizer que só haverá segundo resgate à Grécia se houver adiamento das eleições”, previstas para Abril, denunciou o eurodeputado eleito pelo Bloco de Esquerda.
A Grécia humilhada, hipotecada e ocupada
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Tuesday, 21 February 2012 13:28 |
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Os ministros das Finanças da Zona Euro anunciaram aquilo que dizem ser ”um acordo” para concretizar o segundo resgate à Grécia supostamente para reduzir a dívida soberana deste país de mais de 160 por cento do PIB para 120 por cento até 2020 e permitir, para já, que Atenas pague 14 mil milhões de Euros até ao próximo 20 de Março para não ser considerada incumpridora. O “acordo”, que inclui um perdão calculado em 53 por cento da dívida privada, contém ainda uma série de zonas indefinidas, designadamente a participação do FMI, que segundo a directora geral da organização será decidida apenas na segunda semana de Março. Toda a aplicação do processo será feita através de um governo real de agentes da troika em permanência na capital. Só não se trata de uma tutela porque, segundo o ministro francês das Finanças, “essa palavra não existe no nosso vocabulário”.
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